Essa é a Minha história.
Antes de trabalhar com design, automação, marketing e tecnologia, eu já era obcecado por uma coisa: entender como a internet funcionava por trás da tela.
No início dos anos 2000, quando internet ainda era luxo para muita gente, eu já dava um jeito de estar por perto dela. Antes mesmo de ter meu próprio computador, acessava a internet na casa de amigos, usando conexão discada, naquela época em que entrar online exigia paciência, curiosidade e insistência.
Em 2005, conquistei meu primeiro computador.
Foi uma virada.
Aquele computador, que ficou comigo até 2021, não era só uma máquina. Era meu laboratório. Foi ali que comecei a aprender, testar, errar, criar e evoluir. Estudei HTML, CSS e JavaScript. Montei páginas com ferramentas como o FrontPage, explorei Photoshop, animações em Flash, fóruns, servidores, conteúdo, comunidades e tudo o que pudesse me aproximar daquilo que eu já sentia com clareza: meu futuro estaria na internet.
Mas logo percebi uma limitação importante: construir tudo manualmente tinha teto. Fazer páginas inteiras na mão, replicar estruturas, manter consistência visual e evoluir um conjunto grande de conteúdos daquela forma não era sustentável. Eu precisava de algo que permitisse crescer com mais inteligência.
Foi aí que o WordPress entrou na minha história.
Mais do que uma plataforma, o WordPress me ajudou a amadurecer minha visão sobre a web. Eu passei a entender melhor a lógica de escala, gestão de conteúdo, reaproveitamento de estrutura, organização visual e manutenção de sistemas digitais. Em vez de pensar apenas em páginas isoladas, comecei a enxergar ecossistemas.
Esse caminho também me aproximou da comunidade WordPress em São Paulo. Acompanhei meetups, eventos e movimentos como o WP Sampa, em um ambiente que sempre valorizou troca real, colaboração e construção aberta. E uma lembrança que carrego com carinho vem dessa fase: tive o prazer de levar minha irmã, Jéssica, para atuar na cobertura fotográfica de um desses eventos. Hoje, essa memória tem ainda mais peso. Ela une duas coisas muito importantes para mim: família e comunidade.
Mas não era só sobre tecnologia.
Nunca foi.
O que mais me fascinava era perceber que, por trás de cada página, cada fórum, cada servidor e cada mensagem, existiam pessoas. Pessoas querendo se conectar, aprender, trocar, participar de algo.
Foi nessa época que criei uma comunidade online em torno do Counter-Strike 1.6. Organizei um clã, reuni gente de vários lugares, mantive servidor ativo, produzi tutoriais, regras, páginas, fóruns e materiais para download, como configurações, mapas e conteúdos para ajudar outras pessoas a jogarem online com mais facilidade.
Naquele momento, eu ainda não fazia isso pensando em dinheiro.
Eu fazia porque amava construir ambientes onde as pessoas se sentiam parte de algo.
Sem perceber, eu já estava aprendendo algumas das coisas que mais definem meu trabalho até hoje: atrair pessoas no orgânico, criar conteúdo útil, organizar experiências, facilitar jornadas, automatizar processos, vender, comunicar e construir comunidade.
Enquanto muita gente via apenas páginas e botões, eu já prestava atenção no que fazia alguém entrar, ficar, interagir, voltar e pagar.
Em 2005, também conquistei meus primeiros trabalhos no digital e tive meu primeiro emprego com carteira assinada. Entrei no mercado como designer gráfico, criando soluções para impressão gráfica e comunicação visual.
Em 2009, dei outro passo importante e criei meu primeiro projeto como empresário: Arte na Cara!, com foco em design para adesivos e superfícies.
De lá para cá, muita coisa mudou.
A internet mudou.
As ferramentas mudaram.
O mercado amadureceu.
Mas a essência continuou a mesma.
Hoje atuo como empresário nos segmentos de tecnologia, design e marketing. Vivo exclusivamente da internet. Trabalho diariamente conectado, construindo soluções que ajudam empresas a atrair, converter, atender e manter clientes com mais inteligência.
No Brasil, desenvolvo projetos com meu próprio nome e com a Apogeu.io.
Nos Estados Unidos, estou desenvolvendo a ZNexus, na Califórnia, com foco em ajudar empresários brasileiros a conquistar e manter clientes através de conteúdo, redes sociais, anúncios online e automações.
O que antes era curiosidade virou profissão.
O que era paixão virou negócio.
O que começou com um computador simples, internet discada e vontade de aprender, hoje se transformou em uma trajetória de quase duas décadas construindo no digital.
Eu não entrei nesse mercado ontem.
Eu cresci com ele.
Mas existe um ponto que a minha trajetória também me ensinou com o tempo: viver do digital ainda é novidade para muita gente.
Muitos clientes compram, mas não dominam o básico da jornada online. Às vezes, a dificuldade não está no conteúdo, no produto ou na oferta. Está em algo muito mais simples: acessar o e-mail, encontrar login e senha, entrar na plataforma, localizar a aula certa ou participar da mentoria sem se perder no caminho.
E é exatamente aí que muita operação falha.
Porque um bom produtor digital não deveria apenas vender.
Ele precisa dar suporte, acompanhar, orientar e não deixar o cliente na mão.
No meu ecossistema, quando o pagamento é confirmado, o cliente já recebe tudo de forma clara e organizada: confirmação do pagamento, acesso liberado, link da mentoria enviado e orientação prática para começar do jeito certo.
Eu não parto do princípio de que todo mundo sabe usar plataforma, e-mail, área de membros ou qualquer ferramenta digital.
Eu prefiro partir da realidade.
Eu me coloco no lugar do cliente.
Por isso, faço acompanhamento no WhatsApp, muitas vezes de forma individual, para garantir que a pessoa consiga acessar o conteúdo, entender os próximos passos, superar travas no onboarding e ter uma boa experiência desde os primeiros minutos do pós-venda.
Esse cuidado reduz reembolso, melhora a experiência, aumenta a confiança e ainda cria espaço para continuidade, relacionamento e novas vendas.
Porque no digital, não basta vender.
É preciso conduzir.
Se você quer acompanhar mais ideias, bastidores e estratégias sobre experiência, atendimento e vendas no digital, me acompanhe nas principais redes.
Se quer construir uma operação digital mais inteligente, já sabe o caminho.
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